Comportamento acima do diploma: nova solução do Pandapé usa neurociência, IA e gamificação para prever desempenho com mais precisão e menos viés

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Com soft skills ganhando protagonismo nos processos seletivos, o Pandapé, software de RH mais usado na América Latina, lança o Pandapé Genoma: uma solução que redefine a forma como as empresas recrutam e selecionam talentos. Em pesquisa desenvolvida pela empresa, que media os traços comportamentais mais buscados nos candidatos, ficou evidente que os traços comportamentais assumem papel central nos processos seletivos e na retenção de talentos.

Para ter ideia, no topo da lista de competências valorizadas estão adaptabilidade (63%), proatividade (61%), ética profissional (61%), responsabilidade/autonomia (60%) e comunicação clara (59%). Essas habilidades, muitas vezes relacionadas à capacidade de lidar com mudanças e trabalhar com independência, se tornaram critérios essenciais para contratação e promoção nas empresas. No entanto, o levantamento mostra que essas mesmas características estão entre as mais ausentes nos processos seletivos. Comunicação clara foi citada por 53% dos respondentes como uma habilidade em falta, seguida por responsabilidade/autonomia (42%), pensamento crítico (41%), resolução de problemas (35%) e inteligência emocional (34%). A desconexão entre o que as empresas procuram e o que os candidatos demonstram exige atenção redobrada tanto dos profissionais em busca de uma vaga quanto dos recrutadores.

A mensagem é clara: técnica abre portas, mas comportamento mantém oportunidades vivas. À medida que o mercado se transforma, profissionais e empresas precisam estar atentos à construção de uma cultura baseada não apenas em performance, mas também em maturidade relacional e equilíbrio emocional.

Entre os comportamentos considerados inaceitáveis, a falta de ética (37%), a comunicação agressiva (18%) e a arrogância (15%) aparecem como as maiores red flags na contratação. Posturas que comprometem o ambiente de trabalho ou dificultam a convivência são cada vez menos toleradas — e podem custar a vaga, mesmo diante de um currículo robusto.

Alimentado por inteligência artificial, testes gamificados e uma análise aprofundada de traços comportamentais, o novo produto Pandapé Genoma oferece ao RH algo que há décadas se busca: prever o desempenho futuro com mais precisão, agilidade e base científica.

De acordo com Marcos Palácios, CTO do Grupo Redarbor, detentor do Pandapé, o Genoma pretende predizer o desempenho laboral de novos colaboradores, além de também oferecer a clonagem de perfil dos melhores colaboradores das empresas para que impulsionem os seus resultados por meio de uma metodologia robusta baseada na avaliação de competências cognitivas, comportamentais e culturais — tudo isso com o uso de jogos, quizzes e testes digitais desenhados para a experiência mobile, que garantem altíssima taxa de engajamento, especialmente entre os mais jovens.

“O que falta atualmente aos candidatos não é o conhecimento técnico. São traços como resiliência, flexibilidade, inteligência emocional — competências que um currículo tradicional não revela. O Pandapé Genoma foi criado para preencher essa lacuna e ajudar as empresas a tomarem decisões mais inteligentes, humanas e inclusivas”, explica Ana Paula Prado, CEO da Redarbor Brasil, detentora do Pandapé.

O futuro está próximo

Para os próximos cinco anos, os traços comportamentais considerados mais decisivos para o sucesso profissional são, novamente, liderados pela inteligência emocional (32%), seguida por adaptabilidade (25%) e pela capacidade de lidar com mudanças constantes (23%) — uma demanda clara de um ambiente de negócios em constante evolução.

O levantamento também revela que a maioria das empresas já avalia essas competências nos processos seletivos: 55% fazem isso de forma subjetiva, por meio de entrevistas ou dinâmicas, enquanto 30% utilizam testes estruturados. Além disso, 57% dos entrevistados já deixaram de contratar um candidato por falta de fit comportamental, número que reforça a relevância da análise além do currículo técnico.

Quando o assunto são cargos de liderança, as expectativas seguem alinhadas à humanização da gestão. Entre os traços considerados mais importantes em líderes, estão a capacidade de inspirar e engajar (36%), desenvolver pessoas (18%), praticar escuta ativa (16%) e ter inteligência emocional (12%). A valorização dessas qualidades reforça a tendência de que, mais do que apenas comandar, o líder precisa ser um facilitador de relações e resultados.

O estudo também indica que 72% dos respondentes acreditam que a automação e os traços comportamentais assumem papel central nos processos seletivos e na retenção de talentos.

O levantamento também revela que a maioria das empresas já avalia essas competências nos processos seletivos: 55% fazem isso de forma subjetiva, por meio de entrevistas ou dinâmicas, enquanto 30% utilizam testes estruturados. Além disso, 57% dos entrevistados já deixaram de contratar um candidato por falta de fit comportamental, número que reforça a relevância da análise além do currículo técnico.

A mensagem é clara: a técnica abre portas, mas o comportamento mantém oportunidades vivas. À medida que o mercado se transforma, profissionais e empresas precisam estar atentos à construção de uma cultura baseada não apenas em performance, mas também em maturidade relacional e equilíbrio emocional. Inteligência artificial deve aumentar ainda mais o peso das competências comportamentais. Sendo assim, à medida que tarefas técnicas e operacionais são delegadas às máquinas, ganha valor quem sabe lidar com pessoas, colaborar, inovar e tomar decisões baseadas em empatia e visão estratégica.

Entre os comportamentos considerados inaceitáveis, a falta de ética (37%), a comunicação agressiva (18%) e a arrogância (15%) aparecem como as maiores red flags na contratação. Posturas que comprometem o ambiente de trabalho ou dificultam a convivência são cada vez menos toleradas — e podem custar a vaga, mesmo diante de um currículo robusto.

O que o Genoma oferece, na prática?

Mais de 100 avaliações estão disponíveis no portfólio da nova solução, incluindo:

• 60 Genomas – Perfis ideais por cargo e nível hierárquico;

  • 18 jogos cognitivos e conceituais (como lógica, memória e raciocínio espacial);

• 9 simulações de julgamento situacional para mapear aderência à cultura;

• 20 exames de conhecimento técnico em áreas como marketing, tecnologia, idiomas e negócios.

O grande diferencial do Pandapé Genoma está na integração de todos esses dados ao algoritmo proprietário da plataforma, que ranqueia os candidatos com base no fit comportamental e no potencial de sucesso para cada vaga.

“Recrutar com ciência é o caminho para reduzir vieses e ampliar a representatividade. O Pandapé Genoma possibilita processos seletivos mais justos ao priorizar dados de comportamento, e não apenas histórico acadêmico ou profissional”, reforça Ana Paula.

Seleções mais justas e estratégicas

Ao eliminar vieses inconscientes e ampliar o foco para aspectos como atitude, adaptabilidade e tomada de decisão, o Pandapé Genoma se torna especialmente valioso para empresas com metas ousadas de cultura ou ESG. O Starbucks e o Burguer King, no Chile, já obtiveram ótimos resultados com a solução.

“O Pandapé Genoma não mostra apenas se o candidato sabe fazer algo. Ele revela como a pessoa pensa, reage sob pressão, aprende com erros e se adapta ao novo. Isso muda tudo”, afirma Marcos Palácios, CTO do Redarbor.

O que esperar do futuro?

Além de elevar a experiência do candidato com gamificação e usabilidade de ponta, o Pandapé Genoma diminui em 50% o tempo de contratação, com uma experiência do candidato com média 9.2. Além disso, o aumento de eficiência das equipes é de 300% – um número expressivo no RH atualmente.

Para empresas como iFood, XP Inc., Mercado Livre e Natura — todas altamente orientadas por métricas — o Pandapé Genoma pode se tornar um pilar estratégico de People Analytics, ajudando a construir times mais diversos, produtivos e alinhados com a cultura da organização.

O lançamento da solução acontece em um momento decisivo. De acordo com o Fórum Econômico Mundial, até 2025 as competências mais valorizadas serão pensamento crítico, aprendizagem ativa, inteligência emocional e flexibilidade cognitiva — características que superam o peso do diploma ou da experiência prévia.

Com uma base de mais de 92 milhões de currículos , o Pandapé já lidera o topo do funil de recrutamento. Agora, com o Genoma, a empresa quer ser também referência na base — o momento em que se define quem vai crescer, inovar e se manter nas organizações.

“O futuro do trabalho não vai depender apenas do que as pessoas sabem. Vai depender de como elas agem, aprendem, decidem e se relacionam. É isso que o Pandapé Genoma veio mapear e entregar aos RHs das empresas”, conclui Ana Paula Prado.

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