Compensar empresas por fim da jornada 6×1 não faz sentido, diz Ceron

Recursos Humanos

Compensar empresas por fim da jornada 6×1 não faz sentido

Questionado em entrevista coletiva sobre os impactos de uma compensação fiscal às empresas para aprovar o fim da jornada 6×1 (6 dias de trabalho para apenas 1 dia de descanso), o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, criticou a proposta e lembrou que desde o período da escravidão no Brasil nunca houve qualquer tipo de compensação aos trabalhadores. Ou seja, não visão dele, não faz sentido compensar as empresas por essa redução na jornada de trabalho.

Veja a argumentação de Rogério Ceron, secretário do Tesouro Nacional, sobre essa questão da compensação fiscal às empresas pelo fim da jornada 6×1:

Desde a escravidão nunca houve um tipo de discussão de compensação de um direito que é do trabalhador. O direito do trabalhador não pertence, na minha opinião, a ninguém, mas ao próprio trabalhador”.

Então, ninguém tem o direito de ser indenizado para que o trabalhador possa ter uma jornada mais digna. Então, o nosso entendimento, qualquer tipo de compensação não faz sentido”.

O direito trabalhista tem que ser conquistado e ele não pertence a uma outra pessoa, ou a uma outra companhia para que ele faça jus a alguém, pleitear uma indenização para que ele conceda uma jornada digna para o trabalhador. Então realmente não nos parece fazer sentido esse tipo de discussão”, concluiu.

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