Mais de 32% investem no Brasil e ouro entra na estratégia para alcançar novos consumidores

Uncategorized

Datas comemorativas deixaram de ser apenas vitrines do varejo tradicional e passaram a funcionar como pontos de contato estratégicos entre marcas e consumidores. Em 2026, uma pesquisa mostrou que 61% dos brasileiros pretendiam presentear alguém no Dia dos Namorados, 60% planejavam gastar até R$ 300 e 48% afirmaram economizar para presentear em ocasiões especiais, sinal de que o apelo afetivo segue relevante mesmo em um ambiente de maior controle financeiro. Esse comportamento ajuda a explicar por que setores fora do varejo clássico, inclusive o financeiro, têm buscado entrar em datas de vínculo emocional. A lógica é ampliar lembrança de marca e tornar produtos mais abstratos, como investimentos, cartões, ativos patrimoniais e serviços financeiros, mais próximos da rotina do consumidor. O desafio é relevante: outro levantamento da Serasa aponta que 32% dos brasileiros possuem algum tipo de investimento, mas 76% gostariam de aprender mais sobre o tema e apenas 37% se sentem seguros para escolher aplicações sem ajuda profissional. Para empresas financeiras, datas como o Dia do Amigo criam uma ponte entre educação, relacionamento e consumo simbólico, aproximando conceitos como valor, permanência e patrimônio de momentos concretos da vida cotidiana. 

É nesse contexto que a Ourominas estruturou uma ação para o Dia do Amigo, celebrado em 20 de julho, com foco no Cartão OuroFácil. A iniciativa apresenta o ouro como uma opção de presente que combina valor emocional e patrimonial, buscando associar o ativo a uma mensagem de permanência e reconhecimento. “Empresas do setor financeiro têm um desafio permanente, que é tornar temas como valor, proteção e patrimônio mais próximos da vida real das pessoas. Datas comemorativas ajudam nessa construção porque permitem falar de produtos financeiros a partir de relações humanas, e não apenas de números ou rentabilidade. No Dia do Amigo, o objetivo é mostrar que o ouro também pode ocupar esse lugar simbólico de cuidado, reconhecimento e permanência”, afirma Olivia Goldstein, CFO da Ourominas.

A estratégia acompanha um movimento mais amplo de empresas financeiras que tentam tornar produtos associados a planejamento e proteção mais presentes em momentos cotidianos de consumo. Nesse tipo de ação, o desafio é equilibrar apelo emocional e clareza sobre o produto. O ouro carrega uma percepção histórica de permanência, mas, quando apresentado como presente, precisa sair da linguagem técnica do investimento e entrar em uma comunicação mais simples, ligada ao significado da data. Para o setor financeiro, datas comemorativas funcionam como uma porta de entrada para conversar com públicos que nem sempre se relacionam com a marca por meio de rentabilidade, câmbio ou reserva de valor. “Quando uma empresa financeira entra em uma data afetiva, o principal cuidado é não transformar o momento em uma ação apenas comercial. A comunicação precisa ter aderência com o significado da data e com o produto apresentado. No caso do Cartão OuroFácil, a proposta é aproximar o ouro de uma ocasião de afeto, preservando sua característica patrimonial”, afirma Olivia Goldstein, CFO da Ourominas.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *