O crescimento dos casos de estresse e burnout no ambiente corporativo trouxe um ponto em comum: a dificuldade das empresas em organizar jornadas e escalas de forma consistente.
Horários imprevisíveis, excesso de horas extras e distribuição desigual de turnos aparecem de forma recorrente como fatores de desgaste emocional, especialmente em setores que operam de forma contínua.
Segundo Tiago Santos, VP da Sesame HR, o problema não está apenas na carga horária total, mas na forma como a rotina é organizada. “Quando o colaborador não consegue prever sua rotina, ele perde a sensação de controle sobre o próprio tempo”, afirma.
Empresas que ainda operam com planilhas ou sistemas desconectados tendem a identificar o problema tarde demais, quando o desgaste já se instalou.
Para enfrentar esse problema, muitas empresas têm investido em sistemas que unificam a gestão de jornada e escalas, permitindo acompanhar desequilíbrios em tempo real. É o caso de plataformas como a Sesame HR, que ajudam a redistribuir turnos antes que a sobrecarga se torne crônica.
“Ter dados claros sobre quem está trabalhando além do esperado muda completamente a tomada de decisão”, diz Santos.
Além do impacto humano, jornadas desorganizadas afetam diretamente a produtividade e aumentam o risco de erros operacionais.
“O controle do tempo de trabalho deixa de ser apenas uma exigência legal e passa a ser ferramenta de cuidado”, conclui o VP da Sesame.