Asarock Asset Management completa um ano com R$ 15,6 bilhões sob gestão

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A Asarock Asset Management – gestora independente especializada em fundos estruturados, administração de patrimônios e crédito privado – completa seu primeiro ano de atuação com aproximadamente R$ 15,6 bilhões sob gestão e 50 fundos. Fundada em setembro de 2025, a asset está entre as 100 maiores gestoras do país, segundo o ranking de gestão da Anbima.

A Asarock tem como diferencial a atuação em transações que demandam soluções financeiras sob medida. A gestora trabalha com crédito estruturado, ativos ilíquidos, reestruturações e situações especiais, utilizando diferentes veículos de investimento, como fundos de crédito (FIDCs), fundos imobiliários (FIIs), fundos de participações (FIPs) e multimercados (FIFs). Embora esteja completando seu primeiro aniversário, sua equipe atua em conjunto há quase oito anos na gestão de carteiras de fundos.

Entre os negócios de destaque dos últimos meses está a venda da Vert, provedora de serviços fiduciários, para a fintech Celcoin, em transação realizada por meio do FIP Sete Lagoas. Outro movimento envolveu o Grupo Opalus, que adquiriu da francesa Emeis ativos ligados a hospitais de transição e residenciais para idosos por meio de investida do FIP Premier Soul, sob gestão da Asarock.

A maior parcela do patrimônio da gestora está atualmente concentrada em FIPs e FIDCs, além de FIIs e fundos multimercado voltados a ativos ilíquidos, com investimentos em setores como agronegócio, shopping centers, legal claims, imobiliário, energia renovável e serviços.

A gestão de patrimônios familiares também faz parte da origem da atuação da equipe. O trabalho começou com a organização de patrimônios que reuniam empresas, imóveis e outros ativos e evoluiu para estruturas voltadas à governança, preservação patrimonial e planejamento sucessório. A experiência nessa frente contribuiu para ampliar a atuação em estruturas de investimento e situações de maior complexidade.

“A relação de longo prazo e a proximidade com nossos clientes nos proporcionam um conhecimento profundo de seus patrimônios, ativos, negócios e objetivos. Esse entendimento, combinado à nossa experiência no mercado de capitais e ao relacionamento próximo com empresas e fundadores, nos permite identificar oportunidades que muitas vezes não são evidentes em uma análise convencional. A partir desse conhecimento, conseguimos transformar ativos e necessidades específicas em soluções estruturadas de mercado de capitais, criando alternativas de financiamento, liquidez e investimento e, ao mesmo tempo, originando novas oportunidades de negócios a partir da própria relação com nossos clientes”, afirma Gabriel Pupo, sócio-fundador da Asarock.

A trajetória da equipe da gestora também reúne operações emblemáticas de reestruturação e situações especiais, entre elas Unigel e Usina São João, além da gestão do fundo da Arena Corinthians e da operação da BR-163, a Rodovia da Soja, no Mato Grosso. Na Arena, a equipe atua há cerca de cinco anos na reorganização financeira e no aprimoramento da estrutura de gestão do fundo.

No caso da BR-163, a equipe participou da estruturação de uma solução, por meio da MTPar, que permitiu reorganizar a concessão e viabilizar a continuidade do projeto. A operação envolveu a aquisição de créditos dos bancos, reorganização da dívida e aprovações regulatórias, além da participação do BNDES.

Para os próximos meses, a Asarock pretende ampliar sua atuação em crédito privado, via FIDCs, levando ao mercado estruturas originadas e testadas internamente, combinando conhecimento de ativos alternativos, experiência na estruturação e qualidade na originação. “A expansão mantém o foco da casa em crédito, estruturação financeira e operações de maior complexidade. A expectativa é encerrar 2026 com R$ 17 bilhões sob gestão”, conclui Pupo.