Fundos de investimento em participação em infraestrutura são oportunidade de diversificação, com benefícios fiscais

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Criados com o objetivo de investir em projetos de infraestrutura, como em transporte, energia, telecomunicações e saneamento e dentro da categoria dos chamados FIPs (Fundos de Investimento em Participação), os FIPs-IE (Fundos de Investimento em Participação em Infraestrutura) podem ser uma excelente oportunidade para quem busca diversificação em carteiras defensivas e, ao mesmo tempo, benefícios fiscais para investidores pessoa física.

O setor é tradicionalmente visto como mais resiliente a ciclos econômicos, pela própria característica de longo prazo dos investimentos em infraestrutura e pela clara necessidade de investimentos do País em áreas como as já mencionadas, de telecomunicações, transportes e saneamento. Dados da CNI (Confederação Nacional da Indústria) indicam que o País investiu, no ano passado, cerca de 2,21% do PIB em infraestrutura, sendo que seriam necessários cerca de 4% do PIB para superar seus conhecidos gargalos.

Diante dessa necessidade de investimento, os FIPs-IE oferecem, para o investidor, além de uma já mencionada (e bem-vinda) estratégia de posicionamento anticíclico, dois importantes benefícios fiscais para investidores pessoa-física:

  • Isenção de IR sobre rendimentos
  • Alíquota de 0% sobre o ganho de capital (característica não presente, por exemplo, nos fundos imobiliários) 

“Esses fundos possuem um enorme potencial no Brasil, dado seu potencial de ganhos no longo prazo e os benefícios tributários”, explica Ricardo Propheta, sócio da BRZ Investimentos, gestora independente responsável pelo fundo BRZP Infra Portos – BRP11. Lançado em 2020, o fundo possui participação no Porto Itapoá-SC, segundo principal terminal de contêineres do Sul do País.

Segundo avaliação independente realizada pela consultoria Leggio (referência no País na área de infraestrutura), o BRZP11 oferece uma TIR (Taxa Interna de Retorno) de IPCA+14% – com a cota negociada a R$ 165.

Recentemente, no último dia 9 de janeiro, foi divulgada uma nova avaliação da cota patrimonial, que passou de R$ 184,12 para R$ 219,78, uma valorização de 19,37%, evidenciando o potencial de geração de valor do ativo investido e a robustez da tese de infraestrutura portuária.