Brasil precisa transformar abundância de energia renovável e potencial industrial em competitividade econômica

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São Paulo, outubro de 2026 – O Brasil parte de uma posição privilegiada para aproveitar a expansão das energias renováveis como instrumento de desenvolvimento econômico. Com uma matriz elétrica limpa, abundância de recursos renováveis, disponibilidade de minerais críticos e potencial industrial, o país reúne condições para transformar sua vantagem energética em novos investimentos, empregos e produtos de maior valor agregado. 

Para Laura Porto, Diretora Executiva de Renováveis da Neoenergia, o desafio da próxima etapa não está apenas em ampliar a geração, mas em criar as condições para que a energia limpa disponível se converta efetivamente em competitividade. Isso passa pela modernização das redes de transmissão e distribuição, pela atração de novas demandas — como data centers, indústria de baixo carbono, hidrogênio e novas cargas — e pela capacidade de transformar projetos em investimentos concretos. 

“O Brasil não enfrenta escassez de energia; precisa aprender a administrar sua abundância para transformá-la em produtividade, empregos, investimentos e prosperidade”, afirma Laura. 

Segundo a executiva, o cenário de curtailment evidencia que transição energética exige não apenas expansão da geração, mas precisa ser acompanhada de armazenamento, modernização das redes, digitalização, resposta da demanda e sinais econômicos adequados. Nesse contexto, a energia eólica, fonte matriz do BWP26, ganha papel estratégico na atração de investimentos e na industrialização do país. 

A discussão sobre a competitividade econômica, também envolve a capacidade brasileira de agregar valor aos próprios recursos. Mais do que ampliar a produção de energia limpa para atender à demanda ou exportar recursos naturais, a oportunidade está em utilizar essa vantagem para desenvolver cadeias produtivas, estimular inovação e produzir bens de maior valor agregado no país. 

“A energia renovável, com destaque para a energia eólica, deve ser tratada como vetor de competitividade nacional, atração industrial e desenvolvimento econômico, transformando energia limpa e abundante em energia efetivamente barata para consumidores e para a indústria. Esse é o grande desafio e, ao mesmo tempo, a grande oportunidade do Brasil”, destaca Laura. 

A fala funciona especialmente bem depois de um parágrafo contextualizando curtailment, infraestrutura e novas demandas, porque amplia a discussão: sai do problema operacional da energia que não consegue ser aproveitada e chega à pergunta maior sobre como transformar a abundância energética brasileira em desenvolvimento econômico. 

Serviço 

Brazil Windpower 2026 

Data: 27 a 29 de outubro de 2026, das 10h às 20h 

Local: São Paulo Expo – São Paulo (SP) 

Endereço: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, Vila Água Funda, São Paulo (SP) 

Link para credenciamento: https://www.brazilwindpower.com.br/imprensa/ 

Realização: Informa Markets (promotora e organizadora), com coorganização da Associação Brasileira de Energia Eólica e Novas Tecnologias (ABEEólica) e do Global Wind Energy Council (GWEC).